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Veloce Logística investe e colhe frutos ao completar dois anos no mercado

Brasil Caminhoneiro

A Veloce Logística parece fazer juz ao nome. Seu crescimento foi tão rápido que com somente dois anos de idade, registrou 14% a mais do que o previsto para seu primeiro ano. Já para o seu aniversário de dois anos, em agosto, o investimento reservado para diversificar sua área de atuação neste setor no Brasil e no Mercosul é de R$ 15 milhões. Atualmente, a Veloce é a empresa que lidera o mercado automotivo de logística internacional tem pretensão de fazer parte de outros segmentos econômicos. Nesse sentido, a companhia passou a atender clientes como Bimbo, Danone, Nívea, Procter & Gamble, Sancor e Unilever, no transporte de produtos argentinos para o Brasil. Desta forma, criou a diretoria de Desenvolvimento de Negócios, a fim de conquistar mais clientes de bens de consumo e eletroeletrônico. Outra medida que visa um atendimento com qualidade e satisfação dos clientes, é a criação da Gerência de Atendimento ao cliente. “Nosso objetivo é ser uma referência entre as líderes do setor”, diz Paulo Roberto Guedes, diretor-presidente da Veloce, uma empresa do Pátria Investimentos. No primeiro semestre adquiriram 100 novas carretas tipo sider, com 15,45 metros de comprimento (aumentando a capacidade de transporte em relação às tradicionais carretas de 14,5 metros) e elevando sua frota para 475 carretas – todas já em operação. Compraram 15 novas empilhadeiras de 2,5 toneladas, para aumentar ainda mais a eficiência operacional no Centro de Cargas de Diadema, onde é feito o cross docking dos produtos coletados no sistema de Milk Run e a consolidação de cargas com destino à Argentina. Um investimento de R$ 1 milhão de reais. Abriram três unidades operacionais (agora são 17 no Brasil e Argentina), e muito em tecnologia. Softwares para melhoria dos sistemas de controle operacional e administrativo, equipamentos para melhoria operacional (como coletores de dados), implantação de Sistema de Gestão da Sustentabilidade e de Sistema de Gerenciamento de Riscos, equipamentos para reuso de água na oficina de Diadema e programa de incentivo aos fornecedores de transporte (Prêmio Destaq Veloce). Para o segundo semestre, o injeção monetária será ainda mais expressiva. Mais R$ 3 milhões. O foco fica por conta do redesenho de processos e elaboração de novos índices de desempenho operacional e de produtividade; reestudo das cadeias de abastecimento e das redes de fornecimento de seus clientes como forma de diminuição de eventuais ociosidades; desenvolvimento de sistemas que aumentem a visibilidade e a rastreabilidade em tempo real das operações (via telemetria, comunicação e integração de sistemas); manutenção do programa de treinamento; e implantação de novo sistema de comunicação interna. As expectativas são as melhores. Eles almejam um faturamento de R$ 185 milhões – 25 milhões a mais do que em 2010.