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Press releases

Logística & Meio Ambiente – Ed. 128

LogWEB - SP - NOTÍCIAS

ABRE LANÇA 2ª EDIÇÃO DE CARTILHA SOBRE DIRETRIZES DE ROTULAGEM AMBIENTAL PARA
EMBALAGENS
A cartilha “Diretrizes de Rotulagem Ambiental para Embalagens”
criada pela ABRE – Associação Brasileira de Embalagem (Fone: 11 3082.9722)
ganhou uma 2ª edição. O material, que traz as definições sobre as diferentes
modalidades de rotulagem ambiental, a definição da simbologia técnica e as
formas de emprego de cada um dos rótulos das embalagens, foi desenvolvido pelo
Comitê de Meio Ambiente e Sustentabilidade da ABRE e tem por objetivo mostrar
como a simbologia técnica ajuda os clientes a identificar os materiais
recicláveis. “O primeiro elo da cadeia de reciclagem está nas mãos dos
consumidores. O papel deles é separar as suas embalagens para que sejam
encaminhadas para umacooperativa que saberá qual destino dar a cada uma delas,
levando em consideração a infraestrutura de reciclagem na região ou a
alternativa de deposição final em aterro”, explica Luciana Pellegrino, diretora
da ABRE. Com a importância que ganhou no setor, a Cartilha foi utilizada como
base para o Pacto Setorial assinado pela Associação e o Ministério do Meio
Ambiente, que visa promover o emprego da simbologia técnica de descarte seletivo
em embalagens e de identificação de materiais. A versão digital da cartilha de
Rotulagem Ambiental da ABRE pode ser acessada através do site
www.abre.org.br/cartilha.htm.

SANTOS BRASIL INVESTE   EM
BIOCOMBUSTÍVEL PARA REDUZIR EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA
Com o objetivo
de reduzir ainda mais o consumo de combustível e, por consequência, a emissão de
gases do efeito estufa provenientes da queima do combustível, a Santos Brasil
(Fone: 13 2102.9000) alterou o combustível que usa na frota de caminhões de sua
operação logística. A empresa passou a utilizar o bicombustível BS-50 da
Petrobrás. Além da troca do combustível, a Santos Brasil, que opera os terminais
de contêineres nos portos de Santos, SP, Imbituba, SC, e Vila do Conde, PA, e
conta com centros de distribuição logística em São Bernardo do Campo, SP, e no
bairro do Jaguaré, na capital paulista, encaminhou seus motoristas e demais
funcionários para um treinamento sobre como conduzir os veículos da frota que
utilizam motores EURO V. Segundo Raquel Ogando, gerente de responsabilidade
social da empresa, a medida dá continuidade ao engajamento em causas ambientais
da Santos Brasil, que é integrante do Programa Brasileiro de Inventário
Corporativo de Emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE). “Há quatro anos medimos
a emissão e desenvolvemos medidas para mitigar o impacto da nossa operação no
meio ambiente”, afirma ela.

FEDEX ATINGE 80% DE SUA META DE
EFICIÊNCIA DE COMBUSTÍVEL OITO ANOS ANTES DO PRAZO ESTABELECIDO
A FedEx
Express (Fone: 0800 703.3339) anunciou que 16,6% de sua frota de veículos é mais
combustível eficiente do que era em 2005. O número, apresentado pela subsidiária
da FedEx Corp. mostra que a empresa conseguiu, oito anos antes do prazo
estabelecido pela própria companhia, atingir 80% de sua meta de eficiência de
combustível. No caso dos veículos a diesel, 20% da frota de entrega foi
convertida para modelos de emissão mais eficientes e mais limpos, cumprindo as
normas estabelecidas em 2010 pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA. “Graças
ao esforço da nossa equipe, convertemos 20% da nossa frota de coleta e entrega
para modelos menos poluentes e mais eficientes. Ao buscar caminhos mais
promissores de tecnologias avançadas, contar com vários fabricantes experientes
e otimizar nossas operações de veículos, a FedEx está reduzindo o uso de
combustível e emissões mais rápido do que o esperado”, afirma Dennis Beal,
vice-presidente de veículos globais da FedEx Express. O progresso, segundo
executivos da empresa, é resultado de uma série de iniciativas, entre elas a
adição de 87 caminhões completamente elétricos para a frota verde – o que
resultou no aumento do número para 130 veículos elétricos – e teste de veículos
de entrega híbridos-hidráulicos da frota da FedEx Ground, que podem reduzir o
consumo de combustível em 40%. “Embora estejamos a menos da metade do caminho
para a data final que estabelecemos, conseguimos atingir 80% da meta de
eficiência de combustível já a partir da conclusão do ano fiscal de 2011, em
comparação com nossa medida original definida em 2005. Como resultado, estamos
reavaliando nossa meta de 2020 para potencialmente aumentar o padrão definido
previamente”, diz Mitch Jackson, vice-presidente para assuntos ambientais e de
sustentabilidade da FedEx Corp.

BRIDGESTONE INVESTE EM PESQUISA PARA
CRIAÇÃO DE NOVO TIPO DE BORRACHA NATURAL
O Grupo Bridgestone (Fone: 0800
161718) planeja desenvolver uma ampla pesquisa dedicada ao desenvolvimento do
Guaiúle para a criação de um novo tipo de borracha natural de alta qualidade. A
Guaiúle, que é arbusto nativo que cresce no sudoeste dos Estados Unidos e norte
do México, produz borracha natural em sua casca e nas raízes com qualidades
quase idênticas em relação à borracha natural colhida das seringueiras, que é
atualmente a principal fonte utilizada nos pneus. O projeto da Bridgestone, que
será realizado nos Estados Unidos, será feito pela equipe de operações da
Bridgestone Operações de pneus para as Américas (BATO – Bridgestone Americas
Tire Operations, em inglês) em colaboração com a Bridgestone Corporation (BSJ).
A BSJ financia e cria as estratégias para esta pesquisa, enquanto a BATO está
responsável por encontrar um local adequado e operar o espaço piloto, além de
alavancar recursos do Centro de Pesquisa e Tecnologia Bridgestone Américas e do
Centro Técnico Akron para oferecer conhecimentos técnicos e de pesquisa. “Este é
um projeto excitante e inovador. Ele não só irá ajudar a nossa empresa a atender
a demanda por borracha natural, como também constituirá um avanço para a
indústria da borracha. O projeto também demonstra nosso compromisso com a gestão
ambiental e a sustentabilidade, através do potencial para desenvolver um recurso
renovável para a borracha natural que pode ser cultivado, colhido e processado
mais perto do mercado”, informa Bill Niaura, diretor de Desenvolvimento de Novos
Negócios para a Bridgestone Américas, Inc. (BSAM). O estudo será desenvolvimento
por uma equipe de pesquisas composta por cientistas agrícolas, engenheiros e
técnicos de processo focado na otimização das tecnologias agronômicas
necessárias para a produção da borracha para pneu em quantidades adequadas para
a fabricação em escala mundial. A Bridgestone espera encontrar um local,
estabelecer o espaço de pesquisa e iniciar a construção do centro até o final de
2012. A instalação está prevista para estar totalmente em operação até 2014 e a
produção de borracha deve começar em 2015.

VELOCE REDUZ EM 19% SUAS
EMISSÕES DE GÁS CARBÔNICO
A Veloce Logística
(Fone: 11 3905.7000) – empresa considerada líder em viagens rodoviárias de carga
entre Brasil e Argentina – reduziu em quase 19% a intensidade de poluentes
lançados na atmosfera em suas operações em 2011, segundo o Registro Público de
Emissões do Programa Brasileiro GHG Protocol. Embora o volume transportado e a
quilometragem percorrida pela empresa tenham aumentado 32,7% entre 2010 e 2011,
suas emissões de gás carbônico cresceram apenas 8%, de 52,5 mil toneladas para
56,5 mil toneladas. O anúncio anual do Registro Público de Emissões do Programa
Brasileiro GHG Protocol aconteceu no dia 4 de setembro último, no Rio de
Janeiro. Um grupo de 93 empresas brasileiras registrou neste ano os inventários
de suas emissões de 2011 – além da Veloce , também
integram o grupo a Coopecarga e a Vale. O GHG Protocol é a metodologia mais
utilizada internacionalmente para medir emissões de gases de efeito estufa.
Entre os fatores que contribuíram para a melhoria no índice de sustentabilidade
da Veloce estão: a
ampliação de novas carretas, de 14,6 metros de comprimento para 15,4 metros,
aumentando o volume transportado por quilômetro rodado; e a redução da idade
média da frota de caminhões de operações nacionais, de 11,3 anos em 2010 para
9,1 anos em 2011 (e já em 8,3 anos em 2012) e de 3,8 anos para 3,2 anos no
transporte internacional, entre 2010 e 2011. “Apesar de sua dimensão
continental, o Brasil conta com uma matriz de transportes majoritariamente
rodoviária. E, segundo o Ministério do Meio Ambiente, os caminhões respondem,
entre todos os veículos, por 34% das emissões de CO2 no Brasil. Este é o modal
que apresenta a menor capacidade de carga e o maior consumo energético por
quilômetro em relação ao ferroviário, hidroviário ou marítimo. Entretanto, como
estes ainda não contam com estruturas abrangentes ou serviços regulares, é
imprescindível desenvolver soluções que reduzam os impactos ambientais do
transporte rodoviário”, explica Paulo Roberto Guedes, diretor-presidente da Veloce
.

APPA CRIA GRUPO DE TRABALHO PARA DISCUTIR PROGRAMA DE
DRAGAGEM PARA PORTOS PARANAENSES
Com o intuito de discutir um programa de
dragagem para os portos paranaenses, a Appa – Administração dos Portos de
Paranaguá e Antonina (Fone: 41 3420.1100) criou o Grupo de Trabalho
Intersetorial da Dragagem. Integrado por diversos atores da comunidade
portuária, o Grupo teve suas primeiras reuniões realizadas em julho último, nas
quais foram apresentados o planos da dragagem de manutenção dos portos para os
próximos quatro anos, de batimetria, de manutenção, balizamento e sinalização
náutica dos portos e, também, realizados debates sobre quais áreas devem ser
dragadas e a particularidade de cada uma, com possíveis áreas de despejo e
formas de agilizar o processo. De acordo com Luiz Henrique Dividino,
superintendente da Appa, abrir a discussão da dragagem com diferentes segmentos
da comunidade foi dar amplitude ao debate. “Nossa intenção é obter informações
complementares relevantes que possam contribuir com o programa de dragagem da
Appa. Muitas pessoas que foram convidadas a integrar esta comissão têm um amplo
conhecimento do tema e podem contribuir consideravelmente com este debate”,
revela ele. A dragagem de manutenção dos pontos críticos do canal de acesso aos
portos de Paranaguá e Antonina está dividida em dois lotes e compreende a
dragagem do Canal da Galheta, partes da bacia de evolução e o acesso ao Porto de
Antonina, num total de 3,5 milhões de metros cúbicos a serem dragados. A obra
custará R$ 37 milhões e será paga com recursos próprios da Appa. O prazo de
execução da obra é de seis meses.

SOLUÇÃO BENNER LOGÍSTICA GANHA
RECURSO PARA MONITORAR A EMISSÃO DE CO2
A Benner Sistemas (Fone: 11
2109.8500) agregou uma nova funcionalidade à solução Benner Logística, voltada
para gestão da cadeia de abastecimento. O novo recurso permite o cumprimento dos
requisitos mínimos de emissão de gás carbono (CO2), definidos pelo GHG Protocol,
programa que visa incorporar a questão das mudanças climáticas nas estratégias
empresariais. Com a iniciativa, além de realizar a medição periódica da emissão
de CO2, as empresas podem compensar e neutralizar a emissão desses poluentes com
ações, como por exemplo, o plantio de árvores certificadas.